No dia 21/04/2017, fizemos uma visita ao Inhotim e, a partir de uma proposta lançada na aula de AIA, tivemos que, em grupo, escolher, visitar e analisar uma galeria. O meu grupo- composto por Gustavo, Isabella, Joyce, Larissa, Sabrina e Vanessa- escolheu refletir acerca da galeria da Lygia Pape.
Essa galeria é uma das mais próximas da recepção e o caminho até ela- com uma trilha de pedras rodeada por árvores- não é difícil de ser encontrado. Ao final da trilha, há o prédio que foi desenhado para a obra, o qual você não consegue entender qual foi a motivação do arquiteto, já que as paredes são meio convexas e inclinadas, enquanto a entrada é um paralelepípedo que é uma figura com ângulos retos, porém imagina-se que a estrutura esteja associada com a obra que está dentro.
Entrando no prédio, você pode optar por dois caminhos e, conforme você vai adentrando o corredor, começa a escurecer- o que é muito positivo, pois faz com que a sua visão acostume-se com a escuridão fazendo com que a contemplação da obra seja otimizada.
Um pouco da luminosidade só retorna quando chega-se na porta de entrada da exposição. Com isso, não há a necessidade de avisar por meio de uma placa que chegamos ao destino, pois a própria obra notifica-nos.
A obra é composta por fios metálicos ligados do chão ao teto, mas, inicialmente, cheguei a pensar que as estruturas eram fruto de feixes de luz. Todavia, seria mais interessante se não houvesse a plataforma que funciona com uma "base" para a estrutura, pois, dessa forma, seria proporcionado várias outras visões da criação.
Após a visita, percebe-se que o formato externo do prédio não acrescenta na obra, já que internamente há um cubo que comporta a sala da produção. Além disso, os corredores não permitem que percorramos a galeria toda externamente, sendo que no corredor, após a porta, há uma parede, sendo que seria muito agradável se houvesse uma passagem no local, já que integraria os dois corredores e, consequentemente, o prédio.
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