O meu primeiro objeto era muito representativo e finalístico, já que, em meu protótipo, eu fiz uma espécie de jogo que tinha como objetivo o fechamento do pen-drive (um dos objetos que conectei na "rede de objetos") usando a extensão (o outro objeto que conectei) a qual passava por dentro do vaso de flor (objeto conectado ao meu) para levar o pen-drive à sua tampa localizada em cima do adaptador de tomadas (meu objeto). Hoje, não o tenho mais, pois desmontei-o após entender que o objetivo do trabalho não era criar apenas um objeto interativo, mas um que fosse também programático.
Já a partir do meu segundo objeto, tentei transmitir as características fundamentais da minha "rede de objetos", ou seja, a possibilidade de armazenar informações, modificá-las, exclui-las, porém com um limite (tal como o pen-drive) e a conectividade e adaptabilidade (adaptador de tomadas e extensão). Desse modo, criei este objeto interativo:
Contudo, acabei limitando um pouco da interação por meio da base que só possibilitava que o usuário usasse a minha criação em um sentido. Além disso, o "pote" de papel paraná que se assemelha a uma coroa, continha alguns "pingentes" que poderiam ser passados pelo emaranhado de arame, o qual teria a possibilidade de ser moldado pelo desfrutador, remetendo à lógica de adição, entretanto eu ainda não estava satisfeita com isso.
Com o intuito de retirar a base, reformulei o meu protótipo, deixando-o assim:
Acabei trocando os "pingentes" pelos triângulos que permitiam a mesma ideia, todavia integram-se a toda estrutura.
Enquanto, imagino que, para a minha inserção elétrica, colocarei leds nos centros dos triângulos e passarei o fio de cobre pelo lado de fora. O sistema será ligado por meio de contato, dependendo da configuração estabelecida, podendo ligar todos os leds, alguns ou nenhum. A bateria, por sua vez, que abasteceria o circuito seria móvel.
A partir das críticas feitas pelo meu grupo na aula de hoje, 17/04/2017, pensei em fortalecer os triângulos, deixando-os mais espessos, "esconder" os fios de cobre nas estruturas, inserir mecanismos que vibram e emitem sons.
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